BONITO / MS

31º

21º

sexta, 20 de outubro de 2017

PROJETO INTEGRAR – ECOTURISMO E EDUCAÇÃO

PROJETO INTEGRAR – TURISMO E EDUCACÃO
“UMA PROPOSTA DIFERENCIADA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL”


O que é o INTEGRAR?

Integrar, segundo dicionário Aurélio é tornar inteiro: completar, inteirar integralizar, juntar, incorporar; interar-se, completar-se, adaptar-se.

De acordo com nossa proposta educacional, Integrar é complementar o conjunto de informações teóricas definidas pela unidade de ensino de origem.

As regiões do Brasil sugeridas como cenário ideal e que vem sendo utilizadas para este fim:

* Região do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, tendo como base de operação a cidade de Bonito, próximo ao Pantanal em Mato Grosso do Sul;
* Litoral sul do Rio de Janeiro tendo como ponto principal as cidades de Angra dos Reis e Paraty.

Turismo pode ser entendido como:

“(...) um fenômeno social que consiste no deslocamento voluntário e temporário de indivíduos ou grupo de pessoas que, fundamentalmente por motivo de recreação, descanso, cultura ou saúde, saem de seu local de residência habitual para outro no qual não exercem nenhuma atividade lucrativa nem remunerada, gerando múltiplas inter-relações de importância social, econômica e cultural. (De La Torre, 1992)”

O ecoturismo é um segmento do Turismo voltado para a natureza e a apreciação de ecossistemas em seu estado natural, porém em seu conteúdo há um ideal mais conservacionista para expressar um segmento turístico que se apresenta hoje como umas das principais alternativas para o desenvolvimento sustentável nos destinos turísticos tendo em vista que o turismo tem se revelado, com raras exceções, altamente predatório dos ecossistemas naturais.

Sendo assim, o Projeto Integrar preza por um turismo que:

“(...) utiliza de forma sustentável, o patrimônio natural e cultural, incentiva sua conservação e busca a formação de uma consciência ambientalista através da interpretação do ambiente, promovendo o bem-estar das populações envolvidas. (Instituto Brasileiro de Turismo – Embratur)”

Educar pode ser considerado, de acordo com o educador Paulo Freire, uma atividade libertadora do indivíduo para com o determinismo , reconhecendo-se como elemento participativo do processo, construindo através do diálogo com o ambiente natural e cultural, o seu saber.

Educação Ambiental é descrita pelo Programa Nacional de Educação Ambiental do Ministério da Educação, realizado sobre os preceitos da Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura (UNESCO), do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e do Programa Internacional de Educação Ambiental (PIEA), como um processo participativo. Através do qual o indivíduo e a coletividade, constroem valores sociais, adquirem conhecimentos, tomam atitudes, exercem competências e habilidades voltadas à conquista e manutenção do meio ambiente ecologicamente equilibrado e contribuem com a ampliação dessa nova visão e a adoção dessas novas posturas dos indivíduos com relação ao meio ambiente.

A palavra INTEGRAR define o propósito real do objetivo deste projeto, uma vez que se pretende inserir de fato o participante no contexto, integrando-o de forma a fazê-lo experimentar as diversas sensações e situações advindas de um complexo ecossistema. O projeto pretende possibilitar a interação entre o educando e o educador, oferecendo experiências onde eles possam aprender com a vivência nos destinos selecionados pelo grupo.

O binômio ecoturismo e educação, possibilita a compreensão do objetivo que este projeto visa alcançar. De forma interativa, junta-se o estudo da natureza com a rotina dos educandos, no intuito de ajudar a consolidar o aprendizado dos envolvidos no projeto e incentivar a descoberta de visão crítica nos participantes, de forma que aprendam a aprender com o meio, os quais estão vivendo todos os dias e a buscar indagações nas realidades que os cercam.

Esta atividade, em todas as suas versões, sempre busca estimular a valorização da educação ambiental e patrimonial, bem como a importância da inter-relação de ambos com a comunidade local, considerando-se que é um fator necessário nas duas formas de educação em quaisquer áreas deste projeto. Possibilita ainda, a compreensão dos participantes aos conteúdos propostos em cada área estudada, através da realidade local dos referidos destinos.

Resumo histórico do Projeto

Originalmente, a idéia surgiu no ano de 1996, por ocasião de trabalho de campo realizado com alunos da rede Colégio Militar do Brasil, mais intensamente no Colégio Militar de Campo Grande – Mato Grosso do Sul, onde havia necessidade de desenvolver um trabalho de campo prático e interativo junto aos alunos de ensino fundamental e médio, especialmente nas séries 6ª a 8ª do ensino fundamental e 1º a 3º ano do ensino médio.
Desenvolvia-se a coordenação do departamento de Biologia e realizava-se a orientação de estudos para consolidação dos estudos teóricos que aconteciam em sala de aula. Nesse período foi desenvolvido o projeto Área Ecológica do Colégio Militar de Campo Grande de autoria de João Batista do Nascimento, também chamada pelo comando do colégio de Parque Ecológico, denominação não acertada, pois esta define áreas de grande dimensão que são ditas pelo estado de direito. Neste momento foi anexado ao colégio uma área pertencente ao Exército considerada sem uso para fins militares, onde começaram os trabalhos de campo propriamente ditos.

No ambiente os alunos realizavam diversas atividades de pesquisas ou simplesmente tinham aulas ao ar livre, o que já era o suficiente para mudar completamente o comportamento, pois o cenário favorecia e completava esta interação. Dessa forma, foi se estabelecendo uma relação aluno e natureza bastante intensa. Durante este período, que além da área ecológica, foram realizadas diversas viagens de estudo de campo e assim, ficou comprovado a importância do contato dos jovens com os elementos essenciais da natureza e assim foi se fortalecendo a idéia da integração.

No período de 1999 a 2002, na região de Angra dos Reis no estado do Rio de Janeiro, por ocasião da permanência de João Nascimento neste oásis de complexa biodiversidade, englobando a Mata Atlântica, manguezais, biologia de praia e biologia marinha, destacando ainda a acentuada intervenção humana e percebendo a necessidade de um trabalho de Educação Ambiental mais efetivo, iniciou-se a organização de uma equipe e um conjunto de atividades praticas, para atender uma das necessidades das escolas da região e até de outros estados como Minas Gerais e São Paulo, que prosperaram muito mais que o estado anfitrião.

Meta

Atender os grupos com qualidade, sendo estes compostos por no máximo 40 pessoas, em época de baixa temporada conforme disponibilidade.

Objetivos

1. Apresentar uma proposta diferenciada de promover conhecimento junto aos estudantes com atividades praticadas em um destino de turismo de natureza de renome internacional.
2. Integrar os estudantes de forma que os mesmos retenham conhecimentos através do processo de vivência em atividades práticas, correlacionada com atividades teóricas de sua unidade de ensino.
3. Contribuir para o desenvolvimento do turismo nos destinos, podendo apresentar ao trade turístico formas alternativas e diferenciadas de desenvolver a atividade integrando a população local, para melhoria da qualidade de vida dessas populações.

Áreas de Atuação

O Projeto Integrar, influenciado pela formação dos geradores da idéia, e pelas características das regiões escolhidas, está formatado basicamente sobre quatro grandes áreas do conhecimento: Biologia, Turismo, Geografia e História, atendendo também aos seus respectivos desdobramentos.

Parceiros

O Projeto Integrar possui como parceiros as empresas necessárias para o desenvolvimento das atividades propostas, além de parceiros vinculados por possuírem interesse comum com a proposta apresentada:

Patrocinadores

Escola de Mergulho e Operadora de Turismo Dive Bonito
Rua General Osório, nº. 860 – Bairro Centro
Bonito – MS
CEP 79.290-000

Escola de Mergulho e Operadora de Turismo de Aventura Dive Brasil
Rua 25 de dezembro, 924 – Jardins dos Estados
Campo Grande – MS

Associação de Mergulhadores de Águas Interiores do Brasil (AMAB)
Rua Gel Osório, 860 – Centro
Bonito – MS

Portal on-line de turismo de aventura
(www.centrodeaventura.com)

Apoio

Associação do Atrativos Turísticos de Bonito (ATRATUR)

Instituto de Eco-desenvolvimento da Baia da Ilha Grande (IEDBIG)

Associação das Empresas de Turismo de Aventura (ABETA)

Usina Nuclear de Angra dos Reis – Estado do Rio de Janeiro.

Instituições de Ensino participantes

Participam de forma a integrarem ao seu programa de ensino atividades diferenciadas e inovadoras que contribuam para a formação de cidadãos mais conscientes e críticos, através do desenvolvimento de uma percepção ambiental mais clara e obtenção de conhecimentos resultantes de práticas educativas, lúdicas e sócio-ambientais responsáveis nos destinos selecionados.

Universidade Federal de Ouro Preto - MG
Reitoria: Rua Diogo de Vasconcelos, 122
CEP 35.400-000
Ouro Preto - MG
Fax: (0xx31)3559.1228

Local

As atividades estão previstas para serem desenvolvidas nos dois destinos selecionados e descritos abaixo, conforme necessidade e contratação pela unidade de ensino. Será efetuado com reserva prévia dentre as opções apresentadas nas localidades, descritos em cada programação, para atendimento exclusivo definido pela organização do projeto. O cronograma a ser definido visa atender as necessidades especificas de cada grupo.

1º Destino: BONITO - MS

Gruta do Lago Azul

Tem como destaque uma área de biodiversidade sem igual, com águas de transparência contagiante e cavernas compostas em sua maior parte por calcário e outros minerais que definem a característica ímpar da região.

Existem outros ambientes de relevante importância como matas ciliares, inúmeras nascentes, mata do cerrado e até mesmo cavernas secas e inundadas, no qual ocorrem o espeleomergulho em busca de achados arqueológicos e principalmente paleontológicos, justificando a presença de pesquisadores internacionais, principalmente os franceses, além de representantes do Museu Nacional do Rio de Janeiro que por várias vezes estiveram no local coletando fósseis de animais como: preguiça gigante, tigre dente-de-sabre, entre outros grandes mamíferos que viveram na região.
Pode-se ainda avançar até o Pantanal Sul e proporcionar ao educando uma abordagem rica em temáticas de natureza diversa.

2º Destino: ANGRA DOS REIS E PARATY - RJ

Paraty

Tem como destaque a presença distinta da Mata Atlântica, um cenário histórico entre Paraty e Angra dos Reis, que marca o início da formação da identidade de nossa pátria, contado em verso e prosa pelos guias. Há exclusividade de uma usina nuclear possibilitando interação com os especialistas que convivem direto com a produção de energia nuclear e estão atualizados para responder e debater inúmeros questionamentos tanto com os alunos como os professores.

É um cenário de beleza cênica incomparável pela composição conjugada entre mata, praias, ilhas e um mar tranqüilo representado em maior parte pelo mar de Angra, Ilha Grande com suas 106 praias (local que já foi usado como Refúgio de piratas), Baia da ilha grande e Restinga da Marambaia, conhecida também por região de Costa Verde. Destaca-se ainda, o Instituto de Eco-desenvolvimento da Baia da Ilha Grande, financiado pela Petrobrás e Usina Nuclear.

Periodicidade

O atendimento será feito para dois grupos por mês em época de baixa temporada, conforme previsto na meta deste projeto, visando manter a qualidade de atendimento desejado a cada grupo.

Desenvolvimento

O Grupo Dive, composto atualmente pelas empresas: Dive Bonito, Dive Brasil e seus segmentos, é responsável pela organização de todas as atividades turísticas educativas a serem desenvolvidas nos destinos selecionados, bem como por todos os profissionais que acompanharão os respectivos grupos durante todo o processo.
As atividades terão como finalidade proporcionar de forma lúdica uma integração entre a educação e o turismo, possibilitando maior aprendizado do estudo do meio desenvolvido nas atividades programadas, sob orientação dos instrutores, guias da região, condutores e professores responsáveis.

Retorno

As empresas parceiras estão promovendo atividades que resultaram na promoção de formas educativas apoiadas nas atividades turísticas proporcionadas pelos sítios ecológicos escolhidos.
Todas as entidades envolvidas apresentam preocupação com o desenvolvimento de atividades sócio-ambientais responsáveis, razão pela qual se integram para conjugação deste projeto.

Grupo Dive

Atua no desenvolvimento de atividades diferenciadas auxiliando na construção de um ecoturismo que possa promover e difundir conhecimento baseado em atividades lúdicas aliadas a práticas educativas sobre as regiões.
Assim como na difusão da atividade do turismo social, ambiental e educativo junto aos estudantes e contribuição para a promoção de formação de cidadãos mais críticos e conscientes das questões ambientais que permeiam o mundo atual.

Instituições de Ensino Fundamental, Médio e Superior

Atuam no desenvolvimento das suas funções educativas através da aplicação de práticas modernas de estudo do meio em destino de interesse dos discentes, apresentado aos mesmos, com auxilio de seu corpo docente e administrativo, formas de estimular a aprendizagem nas áreas de educação ambiental, biologia e turismo.

Equipe de Apoio

A equipe de apoio é formada por profissionais competentes de diversas áreas, atuando no receptivo, apoio administrativo e operacional, segurança, condução e designer gráfico.

Responsável

João Batista do Nascimento

 Bacharel e Licenciado em Biologia – FTESM (RJ)
 Bacharel em Administração – ESAEX (BA)
 Especialista em Biologia Marinha – USP-CEBIMAR (SP)
 Especialista em Ecoturismo - UFLA (MG)
 Instrutor de Mergulho Recreacional e Lazer – PADI
 Instrutor de primeiros socorros Internacional – EFR/PADI
 Instrutor de misturas gasosas para mergulho – DSAT
 Instrutor de Oxigênio Provider DAN
 Especialista em Espeleomergulho – NSS, NACD
 Especialista em Física e Fisiologia do Mergulho – PADI, DAN
 Consultor do Projeto Excelência em Turismo – Ministério do Turismo
 Presidente da Associação de Mergulhadores de Águas Interiores do Brasil
 Diretor Presidente do Grupo Dive

Modelo da atividade realizada em Angra dos Reis-RJ

A proposta no momento era receber alunos que precisavam de um trabalho de campo compatível com suas informações teóricas realizadas em sala de aula e fazê-los interagir com o meio que por conveniência era um grande cenário de expressiva beleza cênica e muito fácil de convencer e contagiar. Surgiu então o projeto NAMAR – Natureza e Mar.

O projeto NAMAR se desenvolveu ao longo dos anos de 2000 a 2002 e atendeu diversas escolas de ensino médio que buscavam apreender através do conhecimento empírico e da interação com a complexa natureza local que era desenvolvida sobre os pilares da simplicidade, objetividade e eficiência, pois normalmente as atividades organizavam-se da seguinte forma:

Havia um receptivo inicial em Paraty para os clientes que chegavam de Minas ou São Paulo, o que otimizava tempo e aumentava o número do portfólio apresentado a saber. Em Paraty uma abordagem histórica era requerida no dia da chegada acompanhada de um city tour para contemplação das antigas construções e após o almoço, seguido de um breve descanso, dava-se continuidade ao Projeto na Usina Nuclear de Angra, onde os alunos assistiam a uma palestra proferida por um físico nuclear da usina, versando sobre a importância, qualidade, segurança, operação e funcionalidade da usina, tudo isso finalizado por uma caminhada entre as unidades e o conhecimento in loco de uma delas.

Encerrava-se o dia com uma navegação no corredor ponta leste, área continental mais próxima da Ilha Grande onde era possível observar uma grande plataforma de exploração de petróleo da Petrobrás e o estaleiro Verolme para reforma e construção de grandes navios. Ambientes escolhidos para vivência não só dos alunos, mas também dos acompanhantes, como guias e professores. E finalmente era feito o check-in em uma das pousadas da praia da Biscaia.

O segundo dia começava uma apresentação oficial do cenário de praia acompanhado pelos professores de biologia e guias locais que auxiliavam nossas coletas didáticas para posterior identificação que envolvia todo o dia e que se finalizava com uma visita ao Shopping Piratas Small.

O shopping detém uma composição no mínimo exótica, pois engloba uma grande marina e um píer na parte baixa com acesso direto às lojas, fazendo com que grande parte das pessoas chegue de barco para realizar suas compras. Isso permitia aos alunos conhecerem e diferenciarem uma série de tipos e modelos de embarcações e conhecer hábitos regionais.

No terceiro dia, após o café da manhã, o grupo dirigia-se para o IEDBIG (Instituto de Eco-desenvolvimento da Baía da Ilha Grande) onde passava toda a manhã conhecendo os laboratórios, assistindo às palestras escolhidas e interagindo com organismos de estudos, como as matrizes de ostras, mexilhões e outros. Neste dia era possível visualizar o processo da gametogênese destes seres, desde a liberação de óvulos e espermatozóides, e seu desenvolvimento passando pelas sementes, que são os primeiros seres vistos a olho nu, até os mascotes, finalizando com a degustação de exemplares que são passados por um cardápio de dar “água na boca”.

Um exemplo para a degustação, são as casostreas rizofera (coquilles de san Jacques), levadas ao forno por alguns minutos até que as conchas se abram, acrescentando-se em seguida dois ou três tipos de queijos escolhidos e orégano, voltando ao forno por mais algum tempo e depois servidas com torradas aquecidas e fatias de limão. Aqueles que inicialmente sinalizavam aversão a esse tipo de culinária, mudavam de idéia ao acompanhar esse delicioso e singular processo.

A tarde dava-se início a uma longa caminhada na mata atlântica, com identificação de diversas espécies tanto da flora quanto da fauna local e finalizava com uma palestra mostrando o prejuízo causado pelo desmatamento e suas respectivas causas.

No quarto dia embarcava-se pela manhã e navegava-se com destino a uma fazenda marinha, estruturada e montada em grandes áreas. A marinha era delineada por long lines decorados na superfície por bóias de aparência elegante, formato definido e sustentados por bóias maiores, submersas, de forma a constituir um cenário harmônico. Sua maior parte encontra-se submersa, onde ficam as cestas, que contem seres vivos, criados e engordados para comercialização. Estes seres são monitorados por especialistas através da contagem, pesagem e limpeza para eliminação de predadores até atingirem tamanho ideal para venda.

No local são realizados mergulhos autônomos para observação e os alunos são envolvidos no manejo dessas fazendas para a interação. O dia termina com o deslocamento pelas belas ilhas e uma amostragem do impacto do ser humano em algumas áreas degradadas.

No quinto dia, após uma palestra de biologia marinha e identificação de seres marinhos proferida normalmente na noite anterior; os participantes entram no mundo subaquático, para captura e identificação de pelos menos sessenta espécies diferentes de seres marinhos, realizado em uma área da ilha, rica em biodiversidade marinha.

Esses seres são coletados, divididos em grupos, apresentados, manuseados e depois disso, os próprios alunos participam da devolução em seu habitat, conscientizando mais ainda os envolvidos no programa.
Após o almoço, é feito uma caminhada por entre ruínas existentes na ilha, palco de verdadeiros piratas que utilizavam esse local para se esconder após saquear navios da coroa carregados de ouro. No final do dia faz-se uma visita ao mangue, com orientação dos guias que além de proporcionar um banho de lama, coleta algumas espécies de caranguejo e apresenta um questionamento e debate sobre esse ambiente.

À noite, no momento da despedida, é feita a entrega dos certificados de participação, com resumo dos temas abordados, carga horária e assinatura dos palestrantes e professores.

Hoje, nosso atendimento está direcionado aos acadêmicos especificamente das áreas de Biologia, Turismo, Educação Física, Administração e Pedagogia.

Site desenvolvido por: